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Sugestão de Estudo #2

Saúde Oral tem Relação Direta com a Saúde do Corpo

Muitos problemas que acabam em CTIs tem origem em problemas dentários.

Você sabia que até 1840, quem cuidava dos dentes eram os barbeiros e que a medicina se recusou a incorporar a odontologia?

A boca não é separada do corpo. Pessoas que não escovam os dentes duas vezes por dia podem estar se colocando em risco de sofrer de doenças cardíacas, já que doenças das gengivas podem aumentar o risco de um ataque cardíaco fatal em até 10 vezes.

Há também a incidência de 700% maior de diabetes tipo 2 entre aqueles com problemas de gengiva, devido os efeitos inflamatórios da microbiota bucal desequilibrada. Inúmeros estudos ligaram a doença oral à doença sistêmica. A inflamação é bem conhecida como causa de doenças, e doenças das gengivas e outras doenças orais produzem inflamação crônica de baixo grau.

Quando as bactérias que causam a cárie dentária e a doença das gengivas entram no sistema circulatório, faz com que o fígado libere proteínas C-reativas, que têm efeitos inflamatórios em todo o sistema circulatório. Outros efeitos na saúde associados à má saúde oral incluem um risco aumentado de:
1. Mau hálito (halitose);
2. Demência: não escovar duas vezes por dia aumenta o risco de demência em até 65% em comparação com a escovação três vezes ao dia.
3. Pneumonia: boa higiene bucal diminui o risco de pneumonia em cerca de 40 por cento. Pesquisas mostram que pessoas com periodontite têm chance de 300% de contrair pneumonia.
4. Disfunção erétil (ED) é mais que o dobro em quem tem periodontite. Doença renal e outras mais…

O que você come influencia diretamente a saúde bucal. Prova de que os dentes estão intrinsecamente ligados à saúde geral reside no fato de que a dieta tem efeito profundo sobre a sua saúde oral. Certifique-se de consumir dieta rica em alimentos frescos, integrais, legumes fermentados e carne de qualidade para receber os minerais necessários. Minimizar o açúcar também é importante. O risco de cáries aumenta conforme a dieta e, principalmente, o açúcar ingerido. Um estudo descobriu que, para minimizar o risco de cáries, o açúcar não deve passar de 3% a 5% da ingestão total de energia.

Leia aqui o artigo do Mercola para saber mais…

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