Poema “Se”: Teste de Autonomia em Saúde

Poema “Se”

Esta semana reli um poema cuja leitura é um verdadeiro teste de autonomia em saúde. A ser revisto sempre que possível e necessário.

Trata-se de um dos poemas mais conhecidos da língua inglesa, de autoria de Joseph Rudyard Kipling (1865-1936), poeta britânico. Foi laureado com o Nobel de Literatura de 1907.

O poema “Se” transcende tempo e espaço, foi publicado em 1909. É considerado um dos poemas mais populares.

 

Se…

Se você puder manter a calma quando todo mundo
À sua volta já a perdeu e diz que você é o culpado;

Se, quando duvidam de você, puder manter sua autoconfiança
E ainda puder desculpá-los pela dúvida;

Se você conseguir esperar, sem se cansar da espera,
Ou, te caluniarem não responder com calúnia,
Ou, se for odiado não ceder espaço ao ódio,
E ainda assim não quiser parecer superior ou muito sábio;

Se você puder sonhar – e não fizer dos sonhos seu mestre;

Se você puder pensar – e não fizer dos pensamentos sua meta;
Se você puder encontrar o Triunfo e Derrota
E tratar esses dois impostores da mesma forma;

Se você puder suportar a verdade que lhe dizem

Distorcida por aqueles que querem te ver cair,

Ou ver as coisas a que dedicou a vida se acabarem,
E se abaixar para reconstruí-las com ferramentas velhas;

Se você puder fazer uma pilha com todas as suas conquistas

E arriscá-las em uma jogada de cara ou coroa,
E perdê-las, e começar novamente do início
E nunca dizer uma palavra sobre a perda;

Se você puder forçar coração, nervos e músculos
A persistirem mesmo depois de esgotados,
E aguentar quando não há mais nada em você
Exceto a Determinação que fica a repetir: “Aguente!”;

Se você puder falar com multidões e manter sua virtude,

Ou andar com Reis e não perder a simplicidade;

Se nem adversários cruéis nem amigos queridos podem ferir você;
Se todos os homens confiam em você, mas não em demasia;

Se você puder preencher cada minuto
Dando valor a todos os segundos,
Sua é a Terra e tudo que existe nela,
E – o que é mais valioso – você será um Homem, meu filho!

 

Teste

O poema traduz um retrato realista da vida humana. Abrange decepções, desapontamentos, tensões, doenças. Nada garante um resultado positivo.

O poema não oferece nenhuma garantia de sucesso, saúde ou sabedoria.

A única recompensa, ao final, é a busca da integridade de “ser humano”.

Eis a razão dos testes em cada estrofe, cuja melhor resposta é sempre a mais difícil, capaz de alinhavar o eu melhor por vir.

Algo reconhecível apenas por você mesmo.

Talvez esse seja o último teste, e o mais difícil.

Quem você é consigo mesmo, longe da vista de outrem?

O teste é responder sinceramente: Sou quem realmente quero ser!

Eis em essência o que se pretende por Autonomia em Saúde.

 

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