O Mito da Osteoporose: Os perigos da alta densidade óssea

Como surgiu a Osteoporose
As definições atuais de Osteopenia e Osteoporose foram arbitrariamente concebidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no início dos anos 90 e, em seguida, projetadas sobre milhões de mulheres para convencê-las de que tinham uma doença medicamente tratável, embora assintomática.
Osteopenia (1992) e osteoporose (1994) foram formalmente identificadas como doenças esqueléticas pela OMS como densidades minerais ósseas (BMD). Essa definição técnica, agora amplamente utilizada em todo o mundo como padrão-ouro, é perturbadoramente inepta e, como veremos, provavelmente esconde uma agenda que não tem nada a ver com promoção da saúde.
 
Envelhecimento redefinido como doença
Nesse contexto, o processo de envelhecimento é redefinido como uma doença, e essas definições visavam as mulheres, da mesma forma que a menopausa foi redefinida como uma “doença” que precisava ser tratada com terapias de reposição hormonal sintética, isso é, tratando a menopausa como uma doença. Assim, temos mais um tratamento médico que causa muito mais mal do que o bem.
Tais definições da OMS resultaram no diagnóstico e na rotulagem subsequente de milhões de mulheres saudáveis de meia-idade, e também as mais velhas, em outra “condição de saúde”.
 
Interesses da indústria farmacêutica
Uma transformação súbita de mulheres saudáveis, que não sofreram nenhum sintoma de “baixa densidade mineral óssea”, em um grupo de risco, apropriado para o tratamento, serviu para gerar receita para os fabricantes de dispositivos para exames, visitas ao médico e prescrições de medicamentos ósseos caros e perigosos (megadoses de cálcio) na busca de aumentar a densidade óssea por qualquer meio necessário.
Como a OMS, ou qualquer outra organização que se supõe ser uma “autoridade médica” baseada em ciência, pode fazer um público aparentemente educado acreditar que o desgaste natural dos ossos não é normal, ou mais absurdamente: uma doença, é surpreendente. Em defesa do público, a maneira enigmática em que essas definições e diagnósticos foram escondidos em linguagem matemática e clínica obscura faz com que seja bastante difícil para os leigos discernir o quão puramente insano é a lógica por eles empregada.
 
Associação da densidade mineral óssea elevada com o câncer de mama
Um dos fatos mais importantes sobre a densidade mineral óssea, em geral ausente dos debates, é que ter uma densidade óssea mais alta do que normal em mulheres de meia-idade e mais velhas, AUMENTA o risco de câncer de mama em 200-300%.
 
O mito da osteoporose
A fixação atual na comunidade médica global sobre “prevenção da osteoporose” como principal preocupação com a saúde das mulheres, simplesmente não tem base em fatos.
A primeira causa de morte em mulheres hoje é doença cardíaca e a segunda causa de morte é câncer, particularmente câncer de mama. Na verdade, a osteoporose ou a baixa densidade mineral óssea nem sequer aparece na lista dos dez maiores causas da mortalidade feminina. Então, por que é dado um lugar tão alto na hierarquia das preocupações com a saúde das mulheres? É uma decisão comercial ou médica?
Fica a sugestão para se estudar que o foco da OMS na alta densidade óssea foi projetada não para proteger ou melhorar a saúde das mulheres, mas sim converter o processo de envelhecimento natural em uma doença capaz de gerar receita para a indústria da doença.
 

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